quarta-feira, 24 de agosto de 2022

#Gameboy

O ano era 1993 ou 1994? Minhas memórias são um pouco falhas não me deixam lembrar corretamente. Mas o que isso importa? Se na verdade o ar e o sentimento da época estão presentes em mim ao pensar nessas coisas.
Lembro de ir ao shopping com meu amigo de escola Gustavo, de descendência japonesa, vivia ganhando mimos trazidos do Japão por sua família. Sempre que dava, jogávamos fliperama, depois pedíamos uma porção de batata e refrigerante. Mas nesse dia foi diferente, fomos direto a lanchonete do recém inaugurado shopping Garden.
Pedimos a porção, lembro do Gustavo estar com uma pequena maleta preta, enquanto aguardávamos ele a abriu, e tirou de dentro um objeto que seria minha paixão no restante da década de 90 e nos dias atuais. Um game boy, aquele clássicão, branco com os botões roxos, foi amor a primeira vista.
Gustavo ligou, mas não deixou eu jogar muito, o game todo em japonês era de um bicho em formato de bola, que podia voar, e sugar os inimigos pela boca, chamávamos ele de coisinha.
Sai dali atordoado, só pensava naquele jogo, queria um game boy só para jogar o coisinha, mas como? Não sabia como pedir algo tão caro para os meus pais. Parecia um sonho distante, mas que se tornou realidade, vou explicar como.
Naquele ano, próximo ao Natal, as lojas Americanas, soltaram comerciais na TV mostrando os preços de alguns brinquedos, e o bendito do Game Boy estava no meio. Foi a minha deixa, fiquei esperando o próximo plim plim, e no momento exato comentei com os meus pais:
- Queria um desse, meu amigo de escola tem um...
Foi o suficiente, haha...
Nunca foi tão fácil, chegou o dia dos presentes, e meu tão esperado game boy estava lá, comemorei demais. O que meu pai não sabia, era que o aparelho precisava de fitas... Imagine a agonia que fiquei, ele  demorou quase um mês para conseguir uma para mim. Mas valeu a pena. Era uma 32in1 aquelas piratinhas que vinham vários jogos, entre eles Fatal Fury 2, Rockman 5, YuYu 3,Tetris, Motocross e outros que não me recordo muito bem. Joguei demais, revirava a fita de cabo a rabo. 
Eu tenho um tio que é apenas 1 ano mais velho que eu, ele também ganhou o portátil da Nintendo, meu avô comprava várias fitas para ele, e consequentemente eu tinha acesso a elas.
O coisinha eu nunca achei para comprar, mesmo porque na época nem o nome do jogo eu sabia, mas para você que ficou curioso é o Kirby, depois de adulto eu o joguei em várias outras plataformas.
Só para concluir, tive meu game boy até o ano de 2001, fomos roubados, acabei perdendo meu aparelho. Até hoje ainda lembro dele e seus grandes jogos...

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Novas idéias

Salve amigos!
O blog mal começou, e já anda meio parado. Haha
A verdade é que ando tendo muitas ideias e pouco tempo. Em breve pegarei firme com o conteúdo.
Só para não passar em branco, vou deixar mais uma indicação de música.
Abraços! 
Enjoy^^
New age girl - Deadeye Dick

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

*New Radicals*

Salve Alternistas!(nem sei se existe essa palavra, haha).
Serei breve hoje!
O motivo de minha euforia, é a reunião do grupo de rock alternativo New Radicals, e pasmem, reunião a pedido do novo mandatário americano Joe Biden! Sim, o cara é fanzaço da banda liderada por uma das vozes que acho mais diferenciada e divertida dos anos 90 Gregg Alexander. 
Por isso passei, pra deixar o link de um trecho do show. A música em questão é o hit mais famoso da banda: 
You get what you give
Segue o link:
https://youtu.be/0IOHzG5VdhU
Copie e cole no navegador!
Enjoy^^

domingo, 31 de janeiro de 2021

Guitarras, pedalboard e amplificador para rock alternativo




É válido começar dizendo, que isso se trata de uma opinião pessoal, não sou unânime no assunto, e estou aberto a críticas e sugestões.
Então enjoy ^^

Let's Go! Guitars!!!
Se tratando de guitarras, se eu pudesse ter uma única, para o estilo em questão, eu iria de stratocaster na configuração SSH. Como assim strato, tá louco? Sim, strato com humbucker na ponte, teria  aquele clean maravilhoso no braço e meio, e o humbucker para drives e sons mais pesados.
O legal de stratocasters, é que são guitarras leves, e muito versáteis. Só não acho boa idéia no heavy metal, de resto toca se desde Calypso a Hard rock!
Hendrix, Prince, Eric Johnson, David Gilmour, Malmsteen, Blackmore entre outros fizeram coisas incríveis como uma stratocaster em mãos, pense nisso ao levar minha opinião em consideração.
Para quem está iniciando e com a grana curta, eu sugiro:
Tagima, SX ou Condor, são marcas com o custo benefício interessante, e com o passar do tempo pode se fazer alguns upgrades para as melhorar.

Amplificadores
Ao falar de amps para esse estilo, eu fico com a opinião dividida, pois sou muito fã de amplificadores valvulados, eu tenho um Clássic T da Giannini em casa, amp muito bom por sinal. Mas entendo que um bom amplificador transistorado não fará feio.
Pense em marcas mais tradicionais como Laney e Peavey com potências entre 50 e 60w.
Você acha coisa boa usada por aí no Mercado Livre.

Efeitos
Aqui não tenho dúvida alguma, vou de pedais. As latinhas te entregam um som mais orgânico que pedaleiras e com a vantagem, de se quebrar um, é mais fácil conserta lo ou substitui lo.
Abaixo uma sugestão de pedalboard, que vai chocar alguns, pois tirei os tradicionais Boss turbo overdrive e o Small Clone da EHX, dois pedais muito idolatrados se tratando de alternative rock.
Mas tenho minhas justificativas.
A cadeia de sinal ficaria assim:
Mooer afinador, wah cry baby, super overdrive e Ds1 Boss, Big Muff, Analog Chorus Mxr, Flanger BF3, Analog delay MxR e por último RV5 da Boss. 

Afinador é essencial para todo instrumentista, afinal manter um instrumento afinado é o básico, você não vai tocar Nirvana e Sonic Youth o show todo... Hahahahah

O Wah é muito usado em músicas do Alice in chains e Pearl Jam, então é essencial esse pedal.

A ideia do super overdrive, é ter aquele som Crunch, para baladas, covers do Live, Gin blossons e outros mais.

 Ds1 é nosso querido e odiado distortion, será usado em "n" situações, não dá pra citar aqui só uma, sem contar que sendo empurrado pelo SD1 consegue se sons poderosos, tanto para base como para solos.
Por isso optei por essa dupla, ao invés do famoso Turbo overdrive.

Big Muff, Ah! Como é bacana esse pedal para o estilo. SoundGarden, Nirvana e Smashing Pumpkins gravaram músicas incríveis com um desses.
Ele dará aquela sujeira vital ao seu som.
Fuzz é um efeito que todo guitarrista de rock deveria ter em seu 7 de pedais. Ele é sujo, é podre e lindo!

Entrando nas modulações, o Small Chorus da EHX, é um grande pedal, mas é limitado. Já o Analog Chorus da MXR é muito versátil e te dará uma gama de timbres incríveis, inclusive se sua grana estiver curta, use o Boss CE5 em seu lugar, ambos são bem parecidos, com a vantagem de vc encontrar o Boss na faixa de R$400,00 em média usado.

O Flanger BF3, eu penso nos timbres do Jerry Cantrell, então deixo ele opcional, pq se tratando de Alice in Chains, no mínimo um pedal de droop tone, ou outra guitarra em afinações mais baixas você terá que ter.
Acho horrível, as bandas que adptam o som do Alice, para afinações padrões...pense a respeito.

Delay e Reverb são um charme, principalmente o Reverb, ele te dará profundidade. Ambiência não é tão priorizada no estilo. Mas acho válido, para sons cleans.
Já o delay, é legal para dar uma molhada no som na hora dos solos.
E você guitarrista deve lembrar, que o solo é um  momento muito aguardado nos shows de rock.
Imagine aquele solo de Alive do Pearl Jam, com o Wah fazendo o paredão, os drives e o delay, dando todo brilho que o solo merece.
Acho bacana demais, eu particularmente, não toco sem delay.
Se tiver que optar por um só deles, vá de delay.
Enfim, é isso, estou deixando essa breve sugestão, lembrando que esse é meu modo de pensar, se tiverem sugestões, deixem nos comentários.
Grande abraço!

Sugestão musical de hoje, fica por conta do nossos queridos do Live com a musica Selling the Drama...





sábado, 30 de janeiro de 2021

T.e.n

T.E.N (Tears Enough Ninety)esse seria o nome da banda que eu tentei montar em 2018, além de saudoso é o nome de um disco do Pearl Jam. Como disse no primeiro post, a ideia inicial era tocar os principais hits de varias bandas noventistas, tentando levar ao público aquela sensação nostálgica, e aquele ar de dúvida, "gosto dessa música, mas não sei quem canta".

No repertório inicial teríamos: Candlebox, Gin Blossons, Live, REM, Pearl Jam, Nirvana, Foo Fighters, Couting Crows, Puddle of Muddy entre outros.

Misturar os menos conhecidos, com os medalhões, era a estratégia pra não deixar o show maçante. Cheguei a pensar em colocar algumas coisas do anos 2000 também, tipo Creed e Nickelback, mas pensando bem, hoje eu não faria, acho que fugiria muito da proposta inicial.

Pois bem, comecei a tirar as músicas (toco um pouco de guitarra), recrutei alguns amigos e uma galera que conheci na Net com as mesmas intenções. Montamos um grupo de whatsapp, estava tudo certo para começarmos a ensaiar, mas eu não sei responder o por que de nunca conseguirmos...

Estranho, tínhamos tempo, vontade, condições, mas nunca deu certo de ensaiarmos juntos... O que me deixou bastante frustrado na época.

Hoje minhas prioridades são outras, serei papai novamente, dificilmente terei tempo, pelo menos até os próximos 2 anos. Mas enfim estou feliz com o que estou vivendo, e a ideia de banda só será adiada um pouquinho... Haha

No próximo post pretendo falar sobre equipamentos de guitarra para fazer esse tipo de som.

Bye bye!! Ah, minha sugestão de música pra hoje:

Gin Blossons - Hey Jealousy








sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

Primeiro post

Contextualizando...

Sou de Julho de 1985, minha infância foi parcialmente dívida entre anos 80 e 90. Sim, foram anos incríveis. Decidi escrever sobre, pois algumas coisas na vida, deixam marcas, e são como uma cicatriz, você a olha, sabe que está ali, lembra o motivo, mas não dói mais. É mais ou menos isso que sinto dos anos 90, sinto saudades, lembro que passei por eles, mas hoje já não dói lembra los, pelo contrario são incrivelmente nostálgicos. Video games, moda, cinema e é claro minha paixão a música.

Ah! Como eu amo a música 90tista, sou do rock n roll, preciso deixar claro, toco guitarra desde meus 15 anos, e os sons produzidos em 90 nesse estilo, pra mim são muito influentes. Pouco comercial, agressivo e marcantes.

Bandas como Alice n Chains, Gin Blossons, Live, Rem, Bush entre outras, serão assunto recorrente no blog, que terá ênfase maior na música.

Mas também falarei sobre livros, equipamentos para guitarra, moda, seriados e filmes. 

Por que decidi falar sobre isso?

Um livro que li na época da faculdade, um romance para ser mais preciso, me reacendeu uma chama, que havia digamos assim, virado brasa.

O título dele é: "Nirvana nunca mais", não me lembro o nome do autor, faz muito tempo isso, e não, o livro não é sobre a banda Nirvana, e sim sobre um personagem, fadado a memórias de sua juventude no meio musical dos anos 90.

Conhêcidencia? Hahaha!! Acredito que não, após ler o livro, comecei a consumir, tudo que podia e estava ao meu alcance sobre alternative rock e grunge. Me divertia demais com isso. E reparei algo, que muitos de vocês, já o fizeram também.

Exitem MUITAS bandas boas, que estouraram com um ou dois hits no máximo. Fazendo com que as pessoas ouçam a música delas no rádio, gostem da mesma, mas não sabem o nome dela muito menos da banda.

Oh my god! Aquela música lá, que toca em tal filme, ou aquela canção do seriado x e por aí vai.

Pensando nisso, decidi montar uma banda em 2018, só pra tocar esses hits, fiz uma playlist com 30 músicas na época, comecei a tira las, recrutei alguns amigos músicos, tudo certo neh?

Não, a banda nunca saiu do papel, mas isso é assunto para o próximo post!

Obrigado! E anotem aí essa sugestão de música:

Screaming trees: Nearly Lost You!










#Gameboy

O ano era 1993 ou 1994? Minhas memórias são um pouco falhas não me deixam lembrar corretamente. Mas o que isso importa? Se na ve...